Cinderella (2015) - Resenha by Soso
Olá seres encantadores, hoje eu vou falar sobre o meu filme favorito de live-action de princesa, Cinderella — que não é minha princesa de animação favorita.
Nome: Cinderella
Estreia: 26 de Março de 2015
Direção: Kenneth Branagh
Roteiro: Chris Weitz
Duração: 1h44m
Gênero: Romance, contos de fadas, fantasia, drama
Elenco: Lily James, Cate Blanchett, Richard Madden, Helena Bonham Carter, Holliday Grainger
Indicações: Oscar de Melhor Figurino (por: Sandy Powell)
Sinopse: Ella é uma criança que vive com seus pais em uma casa de fazenda, sua mãe é uma mulher adorável que está sempre a ensinando sobre amor e gentileza, o seu pai também é um homem carismático mas está sempre viajando a trabalho para sustentar a família. Certo dia, sua mãe adoece subitamente e logo vem a óbito, desolando o pai e Ella. Com o passar dos anos, ainda enfrentando o luto, o pai de Ella se casa novamente com uma viúva que conheceu, de modo que ela e suas duas filhas passem a morar junto de Ella. A princípio, uma mulher que gosta do luxo e de festividades mas que precisará encarar o luto mais de uma vez, quando o pai de Ella também vem a falecer. Não demora muito para que ela mostre suas garras e mostre sua verdadeira face a Ella, que entre tantas adversidades, se mantém a mesma garota doce de sempre.
Opinião: Esse é um dos melhores live-actions da Disney e digo com tranquilidade, é fiel a obra, explorando elementos que não são presentes na obra de animação, por exemplo: a mãe de Ella, apesar de aparecer rapidamente, tem um papel fundamental para o crescimento de Ella e a partir disso, conseguimos entender alguns comportamentos da menina, no futuro. Atualmente, eu diria que esse filme se encaixa lindamente no conceito de hopecore, pelo menos para mim. A frase
"Tenha coragem e seja gentil."
...foi uma das mais lindas que já escutei na vida e a guardo no coração até hoje, mesmo que as vezes nós não conseguimos ser gentil com todos, é uma tentativa válida que pode ser tentada dia após dia.
Apesar de não ter uma história profunda ou tão interessante, o filme nos dá o máximo de informações sobre o príncipe, tentando deixar claro as suas motivações e dilemas de vida, afinal, ele é apenas um aprendiz tentando aprender o seu ofício. A madrasta sofre uma certa humanização, uma vez que percebemos vários sentimentos presentes na personagem de Cate Blanchett, como o desconforto, o desespero, a crueldade, a ausência de amor, entre outros.
A frase citada acima justifica muito de Ella, sendo o legado de sua mãe, isso faz com que ela se submeta a situações insalubres envolvendo a madrasta e as irmãs, porém, ela também é um ser humano, ela sente raiva, tristeza, mas nunca se deixa abalar pois quer seguir o legado deixado pela mãe.
"Ella via o mundo não como ele era, mas como desejava que fosse."
A fada madrinha, narradora, cita essa frase duas vezes, e mostra como Ella lida com o mundo cruel ao seu redor, tem muita maldade ali, definitivamente, mas também há o desejo de Ella por uma realidade melhor, ela sempre conversa com os seus amigos ratinhos, que soltam algumas frases pequenas durante o filme e são adoráveis.
"Talvez esse seja o maior risco que podemos correr: sermos vistos como realmente somos"
Essa é uma frase de Ella que profere no final, antes de encontrar o príncipe, quando ela está receosa sobre ele descobrir quem ela era, uma menina de origem humilde e órfã. É claro que sabemos o desfecho da história, mas a frase fala sobre o medo de mostrarmos que somos e as consequências que podem ocorrer, mas não podemos ter medo pois quem nos ama, irá nos amar independente do que formos.
Finalizo avaliando com 10/10, é o meu filme favorito, é tocante e é ótimo para quem quer relaxar vendo um bom filme açucarado.
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